LEONARDO (Fera Samba)



Leonardo, vocalista do Fera Samba, fala sobre os projetos para o futuro, a tragédia do Carnaval da Redinha e a volta por cima da Banda.



Nome completo?
Leonardo da Vinci Oliveira de Araújo.

Quanto tempo tem o Fera Samba?
4 anos.

Como foi que vocês começaram a tocar?
A gente começou como um grupo de amigos que tocava só por brincadeira mesmo, para se divertir. Aí de repente a gente viu que o negócio tinha futuro mesmo. Começamos a tocar a banda pra frente. Começamos a ensaiar pra valer mesmo, aí vieram os primeiros shows e está aí esse sucesso graças a Deus e graças ao público.

O que mudou no Fera Samba depois da tragédia na redinha?
Com certeza a gente ficou mais unido do que era antes. A banda virou mais do que era antes uma família. Todo mundo mais unido, mais centralizado no trabalho. E estamos aí tocando, tentando virar a página desse acidente, tentando deixar isso pro passado e pensar só em trabalhar mesmo. Fazer show e tocar a vida pra frente.

Quando vai sair o CD?
O CD a gente está aprontando, a banda está em estúdio gravando. Se Deus quiser no final de novembro ou começo de dezembro o CD vai estar em todas as lojas.

Quais são os planos para o futuro?
Carnatal com o bloco Acordo Doido! Graças a Deus a gente recebeu o convite de fazer esse bloco legal junto com Lane Cardoso. Voltar a tocar no Carnaval da Redinha. Não estamos com nenhum trauma da Redinha e vamos fazer mais uma vez se Deus quiser. E tocar por micaretas por aí, muito trabalho e muito som, é isso que a gente quer.

E a preparação para o Carnatal?
A banda já está afinada. Já está tudo certo e o repertório já está pronto. O repertório de axé está pronto, só "madeirada" pra galera tirar o pezinho do chão pra valer mesmo no corredor da folia no Carnatal.

Como esta o cenário potiguar para as bandas locais?
A gente fica meio assim, porque tem as pessoas que gostam das bandas locais, que dão oportunidades e outras que não, que preferem as bandas de fora. A gente não procura se preocupar muito com isso. Procuramos fazer nosso trabalho, e com certeza as pessoas vão reconhecer o nosso valor e das outras bandas. Um dia se Deus quiser todas elas vão ser reconhecidas.

Está havendo incentivo do público e dos empresários?
Com certeza. O público de Natal, do Rio Grande do Norte, é um publico muito bom que apóia os artistas locais, alguns empresários também dão força. E se Deus quiser cada um, pouquinho a pouquinho, vai conquistando seu espaço e a gente chega lá.

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